Manuel Santos Maia

apresenta

Ontem como hoje,

reunindo o espaço com o tempo

resultou nos que lhe darão contra-luz, e luz

com:

Ana Ulisses

André Cepeda

André Sousa

Carla Filipe

César Figueiredo

Eduardo Matos

Francisco Eduardo Cruz

Isabel Ribeiro

José Almeida Pereira

Luís Figueiredo

Mafalda Santos

Mauro Cerqueira

Nuno Ramalho

Paulo Mendes

Pedro Magalhães

Rui Manuel Vieira

Susana Chiocca

Samuel Silva

Vera Mota

na exposição:

Ceci n`est pas une rétrospective

(in.transit + w.c. container (1999-2009)

com: Manuel Santos Maia, André Sousa, Carla Filipe, Eduardo Matos, José Almeida Pereira, Mafalda Santos, Mauro Cerqueira, Nuno Ramalho, Susana Chiocca, Fernado José Pereira, Miguel Palma e Miguel Soares

Padaria Independente, Porto

Curadoria de Paulo Mendes

fotografias de Paulo Mendes e Júlia Hansen

Constructing history: the future life of the past

Set`15 > 15 Out

com: Manuel Santos Maia, Pedro Barateiro, Matthew Buckingham, Eduardo Guerra, Sandro Ferreira, Lúcia Leitão, Pedro Neves Marques, Micael Nussbaumer, The Otolith Group, André Romão eMona Vatamanu & Florin Tudor

Convento de Cristo, Tomar

projecto da Kunsthalle Lissabon Curadoria de João Mourão e Luís Silva

Constructing history: the future life of the past é um projecto da Kunsthalle Lissabonpara o Convento de Cristo em Tomar, pretende averiguar como a prática artística contemporânea lida com, e explora, a representação de episódios históricos, recorrendo não só a conceitos como os de memória colectiva, simbologia e identidade nacionais, mas também a noções de artefacto, documento, arquivo, monumento e património, e através do desenvolvimento e apropriação de estratégias de re-enactment, reconstrução, recuperação, narração e ficcionalização de episódios históricos específicos. Este modo retrospectivo da historiografia tem permitido aos artistas desenvolver trabalho cujo intuito principal consiste em recordar ou desenvolver uma reflexão sobre o acto de recordar (e, consequentemente, de esquecer). O Convento de Cristo, apresenta-se não só como o local, mas sobretudo como o contexto ideal para abordar, tanto de um ponto de vista artístico como curatorial, e de forma tanto crítica como especulativa, o que pode constituir actualmente o fenómeno histórico, a sua dimensão de construção social e, portanto, eminentemente colectiva e subjectiva, bem como o seu potencial crítico.

Manuel Santos Maia
apresentou na exposição
A Linha Curva _ deambulações em torno do desenho de Pancho Guedes
a performance
non _ As Coisas Não São o Que Parecem Ser (no Planeamento da Cidade para Prazeres)
com texto de Pancho Guedes,
interpretado pelo actor Miguel Ramos
A Linha Curva
deambulações em torno do desenho de Pancho Guedes
com
Filipa César,
Mariana Silva,
Pedro N. Marques,
Hugo Canoilas,
Manuel Santos Maia,
Miguel Rondon,
Otelo Fabião,
Francisco Sousa Lobo
Curadoria de Nuno faria e Pedro Ressano Garcia
Patente 02 Jul_30 Set
Allgarve 2010, Vilamoura, Loulé, Algarve
Realmente é preciso vir ao fim do mundo e para mim pelo menos a África para descobrir as coisas mais antigas, mais arcaicas e também – por estranho que pareça, as coisas mais actuais, mais extraordinárias – coisas que foram sonhadas há 30 40 anos e que agora se estão a tornar realidade neste solo africano. O senhor Guedes, para além de ser um escultor, acredita que a pintura e a escultura não são apenas artes de prazer, mas que deveriam ser aplicadas ao lar, à vida social, à vida espiritual, à vida da imaginação e acima de tudo à arquitectura. Construiu algumas casas extraordinárias em Lourenço Marques, em Moçambique, que terão a oportunidade de ver presentemente. Toda uma arquitectura de imaginação, que, obviamente, liga Guedes às escolas Dadaístas e Surrealista e estou muito feliz por o ter conhecido aqui e por poder afirmar, em Paris, que certas obras, que não podem ter visto no Ocidente, estão a dar frutos neste novo mundo, que está em estado de ebulição – África – que irá certamente ser o mundo do futuro.
Tristan Tzara
Linha Curva _ deambulações em torno do desenho de Pancho Guedes inaugura dia 02 Julho Vilamoura, Loulé, Algarve com: Manuel Santos Maia, Filipa César, Mariana Silva, Pedro N. Marques, Hugo Canoilas, Miguel Rondon, Otelo Fabião, Francisco Sousa Lobo Curadoria de Nuno Faria e Pedro Ressano Garcia
Manuel Santos Maia apresenta: non _ A Cidade Doente (Receitas Para Curar o mal) 2010 Intervenção num Jornal Dimensões variáveis
non _ As Coisas Não São o Que Parecem Ser (no Planeamento da Cidade para Prazeres) 2010, performance (com o actor Miguel Ramos) Texto de: Pancho Guedes
alheava _ Moçambique Branco e Portugal Negro 2003 – 2009, 2010, mural, dimensões variáveis
alheava_filme 2006 – 2007, vídeo, 35'10'' vídeo realizado a partir de originais de filmes de 8mm,
editados em Mini-DV Vídeo DVD-Pal, Cor, Audio PCM Stereo
Estão patentes as exposições:
12Jun_30 Nov Algarve Visionário Excêntrico e Utópico Curadoria de Nuno Faria, Museu Regional, Allgarve 2010, Algarve, Faro
Próximas exposições: Out`7_Jan`16 ResPública, 1910 e 1910 face a face
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Curadoria de Maria Helena de Freitas e Leonor Nazaré
18_Set
in.transit_Dez anos
Curadoria de Paulo Mendes